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	<title>admin &#8211; Fence Pool</title>
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		<title>Afogamento é maior causa de mortes acidentais de crianças no Brasil;</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2021 17:47:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O esquiador americano Bode Miller, seis vezes medalhista olímpico, passou neste mês por uma tragédia familiar que repercutiu em vários países. Ele perdeu Emeline, a filha de um ano de idade, encontrada inconsciente na piscina de um vizinho. Enquanto os pais conversavam, não perceberam que a menina havia caído na água e estava se afogando. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O esquiador americano Bode Miller, seis vezes medalhista olímpico, passou neste mês por uma tragédia familiar que repercutiu em vários países. Ele perdeu Emeline, a filha de um ano de idade, encontrada inconsciente na piscina de um vizinho. Enquanto os pais conversavam, não perceberam que a menina havia caído na água e estava se afogando. Quando o socorro chegou, já era tarde.</strong></p><p>Nos Estados Unidos, dez pessoas morrem afogadas diariamente, conforme a USA Swimming Foudation. O afogamento é a principal causa de morte não intencional em crianças de um a quatro anos no país.</p><ul class="wp-block-list"><li><a href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-44377151">Recorde de homicídios e estupros de crianças: 9 dados que você precisa saber sobre a violência no Brasil</a></li></ul><p>No Brasil, o quadro não é diferente. Todos os dias, 17 pessoas morrem afogadas &#8211; sendo que três delas são crianças &#8211; , de acordo com o Ministério da Saúde.</p><p>Em 2016, ano com os dados mais recentes, foram 913 óbitos por afogamento de crianças de até 14 anos de idade, segundo a ONG Criança Segura, citando números do Ministério da Saúde. Essa é a maior causa de morte acidental entre crianças na faixa de um a quatro anos, sendo a piscina o local onde a maioria dos incidentes ocorre, ainda conforme o ministério.</p><figure class="wp-block-image is-style-rounded"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/1619F/production/_102072509_afogamento4.jpg" alt="Mulher e salva-vidas simulam manobra com boneco em uma praia"/></figure><p>&#8220;Afogamento não é acidente, não acontece por acaso, tem prevenção&#8221;, ressalta o médico David Szpilman, da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa). &#8220;O grande problema é que não se dá a devida importância a esse vilão da saúde pública&#8221;, como diz Szpilman. &#8220;Não há campanhas de combate ao afogamento&#8221;, critica.</p><p>A blogueira Odele Souza escreve desde 2007 para alertar sobre o perigo dos ralos das piscinas &#8211; uma ameaça mesmo àqueles que sabem nadar. Em 1998, sua filha Flávia, na época com dez anos, teve os cabelos puxados por causa da sucção.</p><p>&#8220;Já são mais de 20 anos desde que você sofreu o acidente que lhe deixou vivendo em coma. Por causa da sucção dos ralos de piscinas, que infelizmente continuam a ocorrer em todas as partes do mundo, querida. O descaso com a vida humana é revoltante. Tenho lutado pela Lei de Segurança nas Piscinas que salvaria tantas vidas e evitaria que outras crianças venham a ter o seu destino, mas as autoridades pouca atenção nos têm dado&#8221;, escreveu Odele no Dia das Mães, mês passado.</p><p>Um projeto de lei que disciplina a prevenção de acidentes em piscinas no território nacional tramita no Congresso desde 2014. A ausência de regras definidas a todos os Estados é duramente criticada por pessoas que perderam entes queridos em afogamentos.</p><p>Em todos os países, o afogamento está entre as principais causas de morte de crianças pequenas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Os números, contudo, são nebulosos: muitos governos, em geral da Ásia e África, não repassam as informações à OMS. Cerca de 360 mil pessoas morrem por afogamento ao ano no mundo, em todas as faixas etárias. No entanto, especialistas afirmam que esse é um valor subestimado, podendo chegar a até 1 milhão de óbitos.</p><p>São mais precisos os dados sobre casos fatais, baseados nas certidões oficiais de atestados de óbito. No Brasil, entre 2001 e 2016, houve uma redução de 39% nos casos fatais em crianças de até 14 anos. Especialistas, no entanto, afirmam que, apesar da redução, é inaceitável uma criança morrer por um motivo que, muitas vezes, poderia ser completamente evitado. A BBC News Brasil ouviu especialistas e selecionou dicas para evitar este tipo de tragédia.</p><figure class="wp-block-image is-style-rounded"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/EDF8/production/_102102906_afogamento5.jpg" alt="Pessoa na água com o braço levantado"/></figure><p><strong>Como prevenir?</strong></p><p>Seja qual for o ambiente do afogamento, uma piscina, um rio ou uma represa, existem etapas para ajudar uma pessoa que está em apuros na água. O primeiro passo é a prevenção: crianças na água ou próximas a ela precisam ser supervisionadas o tempo todo, sem descanso &#8211; e bem de perto. O responsável deve sempre ficar a um braço de distância, mesmo na presença do guarda-vidas.</p><p>&#8220;Água no umbigo, sinal de perigo&#8221;. Mesmo nas piscinas infantis ou se a criança já sabe nadar, é preciso ficar atento. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), bastam 5 centímetros de água para um bebê se afogar na banheira, por exemplo. Em piscinas, verifique se existe ralo antissucção. Na praia, identifique onde está a corrente de retorno e não deixe a criança nadar nesse local. Na dúvida, fale com o salva-vidas.</p><p>Brincadeiras de prender a respiração embaixo da água devem ser permitidas apenas sob supervisão; deixar brinquedos dentro ou próximos à água pode servir de atrativo para as crianças.</p><p>Boias não são equipamentos de segurança e podem facilitar um afogamento; prefira o colete salva-vidas.</p><p><strong>Fique atento</strong></p><p>A segunda recomendação para prevenir emergências é a atenção: é preciso definir claramente quem está vigiando a criança na água, sem distrações como, por exemplo, celulares ou bate-papo. Diferentemente do que os filmes e a ficção podem dar a entender, o afogamento é um processo silencioso e é bom atentar para os sinais visíveis: cabelos caindo no rosto ou os braços muito imóveis podem ser sinais de alerta.</p><p>&#8220;Uma pessoa que está se afogando não consegue respirar, muito menos gritar. Se ela levantar o braço, afunda naquele momento. O olho leigo enxerga uma pessoa brincando na água&#8221;, diz o especialista. &#8220;São inúmeros casos em que uma criança está morrendo e ninguém percebe o que está acontecendo&#8221;, diz Szpilman.</p><p>Em caso de emergência, o melhor caminho é chamar ajuda e ligar para o número de emergência 193. Dependendo da situação, outra recomendação é jogar à vítima uma boia ou outro objeto que flutue. É importante manter-se seguro, puxando a pessoa com um objeto, como, por exemplo, o cabo da peneira para piscina.</p><p><strong>Como socorrer</strong></p><p>Caso a vítima não respire, é necessário fazer manobras de ressuscitação com rapidez.</p><p>&#8220;Se não houver respiração, é preciso fazer cinco ventilações (respirações) boca a boca. Se a vítima não responder, seja falando, tossindo ou vomitando, significa que o coração também pode estar parado. Aí você vai começar a fazer 30 compressões cardíacas, mantendo duas ventilações e 30 compressões até a ambulância chegar, ela voltar a respirar ou até a exaustão do seu braço&#8221;, diz Szpilman.</p><p>O médico da Sobrasa não recomenda a chamada Manobra de Heimlich, muito popular há 20 anos, em que uma pessoa usa as mãos para fazer pressão sobre o diafragma, comprimindo os pulmões.</p><p>&#8220;Pode provocar vômito e a vítima acabava aspirando a água do vômito, piorando o quadro&#8221;, afirma o especialista.</p><p>Fonte : <a href="https://www.bbc.com/">https://www.bbc.com/</a></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>4 cuidados essenciais para quem tem piscina na casa de praia</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2021 17:38:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você sabia que por conta da areia e da maresia, entre outros fatores, manter uma piscina na casa de praia exige alguns cuidados especiais? Principalmente se você é daqueles que só visitam o local na temporada de verão, passando longos períodos sem dar a atenção que a piscina exige. Mas fique tranquilo, pois elaboramos este [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que por conta da areia e da maresia, entre outros fatores, manter uma piscina na casa de praia exige alguns cuidados especiais? Principalmente se você é daqueles que só visitam o local na temporada de verão, passando longos períodos sem dar a atenção que a piscina exige. Mas fique tranquilo, pois elaboramos este artigo justamente para ajudá-lo a evitar prejuízos e garantir uma água sempre limpa, saudável e cristalina!</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que a piscina na casa de praia exige tratamento diferenciado?</strong></h2><p>No geral, cidades litorâneas apresentam três grandes elementos capazes de causar problemas para as piscinas. O primeiro deles, e talvez o mais conhecido, é a maresia. De forma bem didática, podemos explicá-la como uma espécie de névoa de umidade criada a partir da constante quebra das ondas no mar, que criam um vapor de água salgada.</p><p>Só que essa névoa, que é carregada de salinidade, não fica restrita à faixa de areia: ela avança sobre a cidade e se deposita nas superfícies expostas ao tempo, provocando a oxidação e o desgaste acelerado de diversos materiais — entre eles, alguns que fazem parte da casa de máquinas e do espaço da piscina na casa de praia.</p><p>O segundo fator é a areia. Especialmente em casas bem próximas ao mar, o excesso de vento vai, invariavelmente, fazer com que esse elemento esteja presente em quase todas as áreas externas. Ah, mas um pouco de areia dentro da piscina na casa de praia é normal, certo? Não é bem assim! Sem os cuidados adequados, a tendência é de que&nbsp;<a href="https://biblioteca.belpiscinas.com.br/pt/resource/como-tratar-agua-verde-24d2cafd/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">algas&nbsp;</a><a href="https://biblioteca.belpiscinas.com.br/pt/resource/como-tratar-agua-verde-24d2cafd/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comecem</a><a href="https://biblioteca.belpiscinas.com.br/pt/resource/como-tratar-agua-verde-24d2cafd/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;a se proliferar na água</a>&nbsp;— e a combinação de algas com areia pode ser bem problemática!</p><p>Por fim, temos o terceiro problema, que é o abandono da piscina. Muitas pessoas utilizam a casa de praia apenas na alta temporada ou nos feriados prolongados, o que resulta em uma piscina negligenciada por semanas ou até mesmo meses. Além de criar um ambiente insalubre, a água abandonada também oferece condições ideais para a proliferação de bactérias, fungos e&nbsp;<a href="https://blog.belpiscinas.com.br/como-lidar-com-o-excesso-de-insetos-na-piscina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">insetos</a>&nbsp;transmissores de doenças perigosas.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Confira 4 dicas para evitar as dores de cabeça</strong></h2><p>A boa notícia é que é possível adotar alguns hábitos e rotinas práticas que podem proteger a sua piscina na casa de praia e amenizar todos esses efeitos negativos, contribuindo para um ambiente mais seguro, sempre higienizado e pronto para garantir aquele mergulho refrescante para você e sua família! Acompanhe:</p><h3 class="wp-block-heading"><strong>1 – Invista na instalação de uma capa impermeável</strong></h3><p>Com uma instalação prática e segura, a capa impermeável para piscinas é a melhor e mais óbvia alternativa para quem quer proteger esse espaço. Além de evitar o contato com a água da chuva (que é a grande responsável por trazer microorganismos e algas para a piscina), a&nbsp;<a href="https://blog.belpiscinas.com.br/conheca-os-tipos-de-lonas-para-piscina-e-as-vantagens-de-cada-um-deles/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">capa também evita a invasão de areia</a>&nbsp;e freia os efeitos da maresia na piscina, que tende a desgastar bordas, escadas, parafusos e outros componentes.</p><h3 class="wp-block-heading"><strong>2 – Escolha os materiais com cuidado</strong></h3><p>Essa dica vale especialmente para quem ainda está planejando a instalação da piscina na casa de praia:&nbsp;<a href="https://blog.belpiscinas.com.br/revestimentos-para-piscina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">escolha seus materiais com muita atenção</a>! O ferro é um elemento que sofre muito com a maresia, então vale evitar o uso de encanamentos e válvulas de ferro na casa de máquinas, por exemplo.</p><p>Pisos e cerâmicas com brilho também possuem baixa resistência à maresia e não devem ser utilizados para revestir o interior da piscina. Outra recomendação importante é sobre o tanque: construir uma piscina de concreto pode ser a alternativa ideal, já que esse material é extremamente resistente e ainda permite que a piscina seja esvaziada sempre que necessário.</p><h3 class="wp-block-heading"><strong>3 – Proteja seus equipamentos</strong></h3><p>Além de caprichar na escolha dos produtos e soluções químicas, você já sabe que cuidar da água da piscina também exige uma série de equipamentos, como base e mangueira do aspirador, escovas de parede, flutuadores, cabos telescópicos e peneiras. São itens que, no geral, apresentam uma boa resistência ao sol e aos químicos presentes na água — mas que também são duramente afetados pela maresia!</p><p>Com isso em mente, a dica é evitar ao máximo deixar esses objetos expostos ao tempo na casa de praia. Se você vai até o litoral apenas para curtir a alta temporada, tenha o cuidado de&nbsp;<a href="https://blog.belpiscinas.com.br/saiba-como-cuidar-dos-seus-equipamentos-para-limpeza-de-piscina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lavar esses equipamentos com água corrente</a>&nbsp;e guardá-los em um ambiente fechado, seco e protegido antes de ir embora.</p><h3 class="wp-block-heading"><strong>4 – Considere contratar um serviço especializado</strong><strong>&nbsp;</strong></h3><p>É verdade que essa é uma alternativa que pode pesar um pouquinho mais no bolso do proprietário, mas contar com o suporte de um serviço especializado é, sem dúvidas, a melhor opção para quem quer uma piscina sempre bem cuidada e pronta para receber os banhistas durante o ano inteiro! Afinal, mesmo com a aplicação de uma capa impermeável, fato é que não se pode deixar a água sem ajustes e tratamento por muito tempo.</p><p>Felizmente, é muito comum encontrar&nbsp;<a href="https://blog.belpiscinas.com.br/servico-especializado-para-piscinas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">empresas e profissionais</a>&nbsp;que oferecem esse tipo de atendimento em cidades litorâneas. Geralmente, eles ficam responsáveis por visitar a residência ao menos uma vez por semana, corrigir os parâmetros da água, deixar o motor trabalhar por algumas horas e remover as sujeiras em flutuação. Você pode procurar indicações com outros moradores da região até encontrar seu piscineiro de confiança!</p><p>Esperamos que este artigo ajude você a lidar melhor com a situação da sua piscina na casa de praia! E, aproveitando o embalo, não esqueça que a qualidade dos produtos químicos que você usa tem tudo a ver com o sucesso na manutenção da sua água.</p><p>Fonte  : <a href="https://blog.belpiscinas.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://blog.belpiscinas.com.br/</a></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Afogamento: previna-se do perigo e garanta a diversão na sua piscina!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2021 17:35:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quando o clima está mais quente, um dos cenários que logo remetem à diversão é um espaço com piscina, concorda? Entretanto, para que ele realmente seja sinônimo de alegria e bons momentos com a família e os amigos, é preciso ficar bem atento às medidas de segurança para evitar acidentes. O assunto é tão relevante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o clima está mais quente, um dos cenários que logo remetem à diversão é um espaço com piscina, concorda? Entretanto, para que ele realmente seja sinônimo de alegria e bons momentos com a família e os amigos, é preciso ficar bem atento às medidas de segurança para evitar acidentes. O assunto é tão relevante que, em outro post, inclusive, já explicamos a importância de ter&nbsp;<a href="https://blog.belpiscinas.com.br/descubra-o-que-e-necessario-para-ter-seguranca-nas-piscinas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">equipamentos específicos para a segurança nas piscinas</a>. Agora, para complementar o assunto, vamos falar sobre como evitar casos de afogamento.</p><p>É, sem dúvida, um tema desagradável, mas que precisa ser sempre lembrado. Afinal, uma boa prevenção pode evitar a maioria das ocorrências, cerca de 85% delas no mundo, de acordo com estimativas publicadas na revista médica&nbsp;<a href="http://www.nejm.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">The New England Journal of Medicine</a>. Para se ter uma ideia, 53% dos casos de afogamento cujas vítimas são crianças de até 9 anos acontecem em piscinas, conforme indica a&nbsp;<a href="http://www.sobrasa.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa)</a>, o que mostra o perigo que esses locais podem oferecer quando utilizados de forma incorreta.</p><p>Mas não pense que os adultos estão livres dos cuidados. Todos precisam ficar atentos às medidas de segurança, por mais que, muitas vezes, tenham domínio da natação.</p><h2 class="wp-block-heading">Medidas de prevenção contra afogamento na piscina</h2><p>De acordo com o&nbsp;<a href="http://www.bombeiros.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=4790" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Corpo de Bombeiros Paraná</a>, normalmente as pessoas não adotam todos os cuidados para prevenir afogamento. Apenas quando acontecem casos próximos é que ficam mais atentas ao perigo. Entretanto, é preciso ressaltar que se adiantar ao problema é sempre a melhor opção para garantir a segurança de todos os banhistas, por isso, o órgão, junto com a&nbsp;<a href="http://www.defesacivil.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=262" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Defesa Civil de seu estado</a>, indica os seguintes procedimentos:</p><h3 class="wp-block-heading">1 – Não nade após as refeições</h3><p>Como as mães costumam dizer, ir para a piscina após as refeições pode fazer mal. Isso porque, nesses horários, o organismo direciona um fluxo maior de sangue e de oxigênio para o sistema digestivo e, quando a pessoa nada, os músculos passam a competir por eles. O resultado é que o banhista pode passar mal e desmaiar na piscina, ocasionando o afogamento.</p><h3 class="wp-block-heading">2 – Tenha grades ao redor da piscina</h3><p>Quando o espaço não estiver em uso, é importante dificultar o acesso a ele, principalmente quando há crianças, idosos e animais de estimação por perto. Nesse sentido, um dos equipamentos indicados são grades específicas para rodear a piscina. Elas devem ter uma altura de 1,5 m e serem equipadas com portões com trava e fechamento automático.</p><h3 class="wp-block-heading">3 – Prefira coletes salva-vidas</h3><p>Boias de braços ou flutuadores não garantem a segurança necessária para os banhistas que não sabem nadar, principalmente no caso de crianças. Por isso, opte por coletes salva-vidas e lembre-se de que precisam ter o tamanho certo do usuário.</p><h3 class="wp-block-heading">4 – Não deixe brinquedos próximos à piscina</h3><p>Quem cuida de crianças sabe que elas somem da nossa vista como num passe de mágica, ainda mais se estão em busca de algo que acharam interessante. Por isso, nunca deixe brinquedos na área da piscina (ao redor ou dentro), pois os pequenos podem buscá-los e cair na água sem que ninguém perceba. Melhor evitar, não é verdade?</p><h3 class="wp-block-heading">5 – Desligue o filtro quando houver banhistas na piscina</h3><p>O filtro funciona junto com a bomba, a responsável por sugar a água da piscina e levá-la para o mecanismo de limpeza. Dessa forma, quando estão ativos e não há proteção necessária, existe o risco de que cabelos ou partes do corpo dos banhistas (crianças, neste último caso) sejam sugados e fiquem presos, impedindo que consigam voltar à superfície. Por isso, é importante desligar os equipamentos durante o uso do espaço e utilizar ralos antiaprisionamento.</p><h3 class="wp-block-heading">6 – Não pratique respiração submersa sem a devida supervisão</h3><p>Treinar a respiração é essencial para um bom desempenho nas atividades aquáticas, mas isso precisa ser feito sob supervisão, principalmente para os iniciantes que não têm prática na atividade. Esta é uma forma de garantir segurança, caso ocorra algum problema. O mesmo princípio vale para nados submersos.</p><h3 class="wp-block-heading">7 – Tenha atenção na hora de mergulhar</h3><p>Mergulhar na piscina é muito legal, entretanto, é preciso ter certeza de que a profundidade é adequada para isso. O ideal é que atividades de saltos e mergulhos sejam feitas em profundidades de, no mínimo, 2 m e o espaço deve estar sinalizado com placas.</p><h3 class="wp-block-heading">8 – Evite choque térmico</h3><p>Este é um dos problemas que podem surgir no verão, quando a temperatura do ambiente é mais alta que a da água, de modo que há um choque de temperatura quando as pessoas entram na piscina. Esse choque térmico pode fazer o banhista passar mal, o que, consequentemente, aumenta os riscos de afogamento. Indica-se, então, molhar o rosto, a nuca, os pés e os pulsos antes de entrar na piscina.</p><h3 class="wp-block-heading">9 – Evite brincadeiras violentas</h3><p>Brincadeiras como luta e “cavalinho” podem ser perigosas devido aos movimentos bruscos e às possíveis quedas. Com isso, as chances de os banhistas baterem a cabeça com força e desmaiarem são maiores, o que pode terminar em afogamento. Caso a turma decida brincar dessa forma, tenha certeza de que a piscina tem espaço suficiente e redobre a atenção.</p><h2 class="wp-block-heading">Primeiros socorros: o que fazer em casos de afogamento</h2><p>Mesmo que você siga à risca os procedimentos para prevenção, é importante conhecer algumas medidas de primeiros socorros. Afinal, caso aconteça algum problema e algum banhista se afogue, são essas ações que garantem a vida e o bem-estar dele até que seja entregue aos cuidados de profissionais.</p><p>Assim que você identificar que uma pessoa está se afogando, ligue para os bombeiros e, depois disso, tente ajudá-la. Para isso, coloque-a na borda da piscina com a cabeça e o tronco na mesma linha horizontal. A água que foi aspirada não deve ser retirada, pois pode atrasar o início da ventilação e da oxigenação da pessoa, além de facilitar a ocorrência de vômito. Sendo assim, apenas pergunte se ela consegue ouvi-lo e, dependendo da resposta, proceda da seguinte forma:</p><h3 class="wp-block-heading">Houve resposta</h3><p>Se a pessoa falou, se movimentou ou indicou de alguma forma que o escutou é um sinal positivo. Significa que está consciente, respirando e com o coração batendo. Coloque-a em posição lateral de segurança e aguarde o socorro chegar.</p><h3 class="wp-block-heading">Não houve resposta</h3><p>Caso não haja resposta, a pessoa pode estar viva, mas desacordada, ou ter tido uma parada cardiorrespiratória. Dessa forma, siga o passo a passo:</p><ol class="wp-block-list"><li>Coloque dois dedos da mão direita no queixo da pessoa e a mão esquerda na testa, esticando o pescoço, para abrir as vias aéreas;</li><li>Verifique se existe respiração, ouvindo-a e sentido-a, além de observar se há movimento do tórax. Se a pessoa estiver respirando, coloque-a em posição lateral de segurança e aguarde o socorro. Caso contrário, continue o procedimento;</li><li>Se não houver respiração, tampe o nariz com os dedos da mão que está segurando a testa e, com os outros dois dedos que estavam no queixo, abra a boca da vítima. Sopre o ar com força até que você observe a expansão do peito e seu esvaziamento em seguida. Repita o procedimento cinco vezes;</li><li>Se ainda assim não houver resposta, é possível que o coração esteja parado. Passe os dois dedos que estavam no queixo pelo tórax e procure o encontro das duas últimas costelas. Coloque a mão que estava na testa no local e ponha a outra, utilizada na marcação, por cima. Faça 30 compressões cardíacas externas. Em crianças de até 9 anos, utilize apenas uma mão;</li><li>Alterne duas ventilações com 30 compressões até que a vítima responda ou a equipe médica chegue ao local.</li></ol><p>Para garantir a diversão das pessoas em uma piscina é preciso ter muito cuidado e ficar de olho naquelas que são mais vulneráveis. Por isso, siga nossas dicas de prevenção e evite a ocorrência de afogamento na sua piscina. Afinal, segurança é tudo!</p><p>E por falar nisso, não se esqueça de que manter a água da piscina bem tratada é essencial para a saúde dos banhistas. Por isso, confira o guia que preparamos com todas as informações necessárias para esse procedimento!</p><p>Fonte: <a href="https://blog.belpiscinas.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://blog.belpiscinas.com.br/</a></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Pura inspiração: nesta casa, nadar é assunto sério</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2021 17:14:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os moradores construíram uma piscina para dar braçadas quando desejarem. Em São Paulo, os proprietários deste imóvel deixaram de lado clubes e academias para construir uma raia de 1,40 x 1,75 x 25 m no recuo lateral do terreno – a prática da modalidade agora dispensa deslocamentos pela cidade e se tornou viável a qualquer hora do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os moradores construíram uma piscina para dar braçadas quando desejarem.</p><p>Em São Paulo, os proprietários deste imóvel deixaram de lado clubes e academias para <strong>construir uma raia de 1,40 x 1,75 x 25 m no recuo lateral do terreno</strong> – a prática da modalidade agora dispensa deslocamentos pela cidade e se tornou viável a qualquer hora do dia.</p><figure class="wp-block-image is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://arquiteturaeconstrucao.abril.com.br/wp-content/uploads/2017/03/pura-inspiracao-nesta-casa-nadar-e-assunto-serio-011.png" alt="" width="314" height="472"/><figcaption>Piscina incrementa a área livre embaixo da morada erguida sobre pilotis. (Foto: Gui Morelli)</figcaption></figure><p> A solução criada pelos <strong>arquitetos Camila Toledo e Fábio Frutuoso</strong>, do CAT Arquitetura, aproveita <a href="https://arquiteturaeconstrucao.abril.com.br/noticias-sobre/azulejo/">azulejos</a> cerâmicos nos tons de branco e azul-marinho (Ceramitalia) para revestir o vão. Alguns deles foram cortados na diagonal para desenhar a borda. <strong>Dois holofotes</strong> instalados em cada extremidade iluminam a água durante a noite. </p>]]></content:encoded>
					
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		<pubDate>Wed, 26 May 2021 18:59:27 +0000</pubDate>
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